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Pela primeira vez na pandemia, Brasil não registra morte por covid-19 em 24 horas

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fortaleza

Dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados no início da noite de domingo, 12, mostram que pela primeira vez na pandemia, em 24 horas, o Brasil não registrou mortes causadas pela covid-19. Segundo o Conass, no período de 24 horas foram registrados 298 novos casos de covid-19. A média móvel dos últimos 7 dias foi de 45 óbitos e 9.126 novos casos diários da doença.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, foram registrados 36.932.830 casos da doença, com 697.674 óbitos. As taxas de incidência e de mortalidade, referentes a casa 100 mil habitantes, são de 17.575 casos de covid-19 e 332 óbitos. As informações são da Agência Brasil.

Ceará

No início do mês, o Ministério da Saúde divulgou o cronograma para 2023 do Programa Nacional de Vacinação, inclusive da covid-19. As ações começam ainda em fevereiro, com a aplicação de doses de reforço bivalentes contra a doença na população com maior risco de desenvolver formas graves da covid-19, como idosos acima de 60 anos de idade e pessoas com deficiência.

No Ceará, a aplicação do imunizante bivalente contra o coronavírus começará em  em 27 de fevereiro. A vacina utilizada será a Pfizer Bivalente, que protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron. Ela servirá como e reforço para indivíduos com idade igual ou superior a 12 anos que tenham recebido anteriormente pelo menos um esquema de vacinação primário e intervalo mínimo de 4 meses após a última dose recebida.

Conforme a Secretaria da Saúde, a meta é imunizar, no mínimo, 90% da população alvo de cada grupo prioritário. No Ceará, a vacinação acontecerá por fases, de forma escalonada, obedecendo a ordem dos grupos prioritários para a vacinação definidos previamente pelo Ministério da Saúde. Confira as fases com base nos grupos prioritários:

  • Fase 1: Pessoas de 70 anos e mais; pessoas vivendo em instituições de longa permanência (≥ 12 anos), abrigados e os trabalhadores dessas instituições; pessoas imunocomprometidas a partir de 12 anos de idade; comunidades indígenas; populações ribeirinhas; quilombolas.
  • Fase 2: Pessoas de 60 a 69 anos.
  • Fase 3: Gestantes e puérperas.
  • Fase 4: Profissionais de saúde.
  • Fase 5: Pessoas com deficiência permanente.

Também está previsto para abril intensificar a campanha de vacinação contra a influenza, antes da chegada do inverno, quando as temperaturas mais baixas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Já em maio, deve ocorrer uma ação de multivacinação contra a poliomielite e o sarampo nas escolas. As etapas foram organizadas de acordo com os estoques de doses existentes.