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Um período curto, porém intenso e de união

Richarlison, jogador da Seleção Brasileira de Futebol. Foto: Redes Sociais

O Brasil é um só. Depois de períodos difíceis de divisão, a Copa do Mundo veio no momento certo e mostrou que os brasileiros vestem a mesma camisa. Seja na roça ou na cidade, há de se reconhecer a nação brasileira como única. A saída do maior campeonato de futebol do mundo no jogo dramático desta sexta-feira (9) foi precoce, mas houve tempo suficiente para trazer a reflexão de que há sentimentos nobres que nos unem e que projetam o Brasil irmão, o Brasil onde se segura a mão, se festeja junto e, também, se chora junto. Foi tão bonito ver o país parar para vibrar na mesma frequência.

O Interior trouxe tradições: as reuniões de amigos, a TV no centro da praça, a vibração cheia de energia e o abraço caloroso para confortar e tornar a derrota suportável. Foram dias mágicos, de união, que mostraram muito do coração brasileiro. Nosso povo é intenso, festivo e esperançoso. Ah a esperança… Ela sempre nos rodeia. Nos faz continuar respirando e acreditando. Temos esperança de que vai ter chuva para molhar a terra para as plantações vingarem. Temos esperança de que o homem será mais empático e, como consequência, a humanidade será mais justa. Esperamos por respeito político, por representações de fato interessadas na nossa gente.
Esperamos por qualidade de vida. Esperamos por alegria, como a que viria com o hexacampeonato. Mas ela não veio. Não desta vez.

Mesmo distante do objetivo final, é preciso abrir os olhos para enxergar que derrotas existem e fazem parte do dia a dia. É uma forma de estimular o olhar ao redor, a si mesmo e ao outro. Perder a Copa é triste. Mas, pelo menos, a alegria dos brasileiros foi um elo entre irmãos de pátria. Um momento especial para entendermos que somos uma só nação.

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