A empresa informa em comunicado que um novo adendo evita possíveis multas e melhora o preço ponderado do gás exportado, dando mais segurança tanto para a própria estatal quanto à Petrobras. O novo acordo é mais flexível e dá certeza sobre os volumes de gás, segundo o presidente da estatal boliviana, Armin Dorgathen.
Após os minerais, o gás é o principal item de exportação da Bolívia, com receita que no ano passado chegou a US$ 2,249 bilhões. Os principais mercados são Brasil e Argentina, mas a produção estagnada nos últimos anos tem dificultado que o país cumpra os volumes combinados, que no caso brasileiro são de até 20 milhões de metros cúbicos diários, e com a Argentina, de até 14 milhões.
