No mês de maio, os preços da indústria subiram 1,83% frente a abril. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 1°, pelo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. As quatro maiores variações foram em: indústrias extrativas (12,50%); papel e celulose (4,96%); fumo (4,55%); e outros equipamentos de transporte (3,96%).
O mesmo levantamento mostrou que o acumulado no ano atingiu 9,06% e o acumulado em 12 meses chegou a 19,15%. Em maio, das 24 atividades analisadas, 21 tiveram alta de preços. As maiores variações foram em: indústrias extrativas (30,71%), refino de petróleo e biocombustíveis (26,37%), vestuário (10,17%) e papel e celulose (9,58%).
A variação de preços de 1,83% em relação a abril repercutiu da seguinte maneira entre as grandes categorias econômicas: 2,04% de variação em bens de capital; 2,43% em bens intermediários; e 0,77% em bens de consumo, sendo que em bens de consumo durável foi de 0,62%, e nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis foi de 0,80%.
O estudo realizado pelo orgão mostra o Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas: bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis, semiduráveis e não duráveis).
Com informações da Agência IBGE
