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Ciro critica novo aumento no preço da gasolina e dispara contra Bolsonaro: “Fora, seu frouxo!”

A declaração foi feita nesta sexta-feira, 17, logo após a empresa anunciar o aumento.
Foto: Sérgio Lima/Poder360

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O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), criticou, nesta sexta-feira, 17, o novo aumento anunciado pela Petrobras em relação ao preço da gasolina (de 5,18%) e do diesel (14,26%). “A mentira de Bolsonaro foi desmascarada: ICMS não aumenta preços dos combustíveis. Sua frouxidão também: se esconde, tremendo, atrás de Lira para tentar resolver a crise da Petrobras. Fora, seu frouxo!”, disse o pedestista, em uma publicação em suas redes sociais.

Mais cedo, o ex-governador do Ceará classificou como “absurdo e escárnio” o reajuste anunciado pela empresa, que deve potencializar a inflação no Ceará e demais estados brasileiros. “Temos uma empresa pública imperial e insensível ao sofrimento do povo. E um presidente banana que não se impõe”, disparou. Pelo Twitter, o presidenciável criticou defendeu o impeachment do mandatário. “Bolsonaro está em seus estertores. Acaba de anunciar que pediu a Lira uma CPI para investigar a diretoria da Petrobras que ele mesmo nomeou. Quem precisa de CPI é ele. Aliás, de impeachment!”.

Logo após comunicado da Petrobras sobre o aumento, Bolsonaro usou as redes sociais para se manifestar e criticar a empresa. “A Petrobrás pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo”, frisou o presidente.

“O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis, não só pelo exagerado lucro da Petrobrás em plena crise mundial, bem como pelo interesse público previsto na Lei das Estatais”, disse.

Bolsonaro mudou o comando da estatal várias vezes neste ano. O último, José Mauro Coelho, indicado pelo governo em abril, foi demitido no fim de maio. Caio Mário Paes de Andrade, então assessor do ministro da Economia, Paulo Guedes, assumiu o cargo logo em seguida.

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